Sou Jennifer Lisboa, psicóloga clínica, e minha prática é dedicada a adultos que convivem com o transtorno bipolar, com diagnóstico fechado.
Talvez você não tenha chegado aqui procurando a palavra “bipolar”. Muita gente chega procurando outra coisa: uma depressão que volta sempre; remédios que funcionaram no começo e depois pararam; semanas em que dormiu pouco, produziu muito e se sentiu ótima — e ninguém nunca perguntou sobre elas. Entre os primeiros sintomas e o diagnóstico correto passam-se, em média, cerca de nove anos, quase sempre tratando-se de depressão. Se você se reconheceu, vale conversar — não para eu dar um diagnóstico, que é do médico, mas para organizar a investigação junto com ele.
Acompanhamento psicológico direcionado às particularidades do transtorno bipolar e aos desafios vivenciados em suas diferentes fases
TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL
Intervenções estruturadas e fundamentadas em evidências científicas, adaptadas às necessidades e aos objetivos de cada pessoa.
TRATAMENTO INDIVIDUALIZADO
Cada trajetória é única. O plano terapêutico considera a história, o momento atual, os recursos e as dificuldades de cada paciente.
VISÃO INTEGRAL E TRABALHO EM REDE
Sono, rotina, relacionamentos, atividade física e adesão ao tratamento também são considerados, com diálogo com a equipe médica quando necessário e autorizado.
ATENDIMENTO ON-LINE
Acompanhamento psicológico com flexibilidade e segurança para brasileiros que vivem no Brasil ou no exterior.

SOBRE MIM
Psicóloga Jennifer Lisboa
Psicóloga clínica desde 2018, comecei na área hospitalar e o transtorno bipolar chegou sem aviso ao meu consultório. Hoje atendo adultos no Brasil e em mais de 10 países que buscam a estabilidade.
Quem vai te atender
Jennifer Lisboa, psicóloga clínica desde 2018, CRP 01/20655. Comecei na psicologia hospitalar e hoje minha prática é dedicada ao transtorno bipolar.
Pós-graduação em Transtornos do Humor (em andamento), Neuropsicologia, Análise do Comportamento e Psicologia Hospitalar
Formação em Casos Clínicos em Transtornos Bipolares e em Psicofarmacologia dos Estabilizadores de Humor
Registro ativo no CRP-01/DF nº 20655
Acompanho brasileiros em mais de 10 países
Como posso te ajudar
Transtorno bipolar
Acompanhamento para quem convive com o diagnóstico, seja há anos ou há poucas semanas. Trabalhamos a compreensão do transtorno, o reconhecimento de sinais precoces, o manejo dos episódios e a construção de rotina.
Link: Saiba mais sobre o trabalho com transtorno bipolar
Oscilações de humor ainda sem diagnóstico
Se você percebe variações de humor que fogem do esperado e ainda não sabe do que se trata, a psicoterapia ajuda a organizar essa investigação junto com o acompanhamento médico.
Brasileiros fora do Brasil
Viver com o transtorno bipolar em outro país traz desafios próprios: rotina desregulada, acesso ao psiquiatra, sono, rede de apoio. Atendo em português, no seu fuso.
Depressão que não melhora
Quando o tratamento para depressão não traz o resultado esperado, uma das hipóteses a investigar é o transtorno bipolar.
Quem convive com a pessoa
Familiares costumam procurar ajuda primeiro. Você pode me procurar mesmo que a pessoa ainda não queira fazer terapia.


Como funciona a psicoterapia
Cada processo começa pela sua história. A partir dela, construímos um caminho de trabalho que faz sentido para o seu momento.
Ao longo das sessões, o processo pode envolver:
- Compreensão do transtorno e dos sintomas.
- Identificação de gatilhos e de padrões que se repetem.
- Reconhecimento de sinais precoces de alteração do humor.
- Regulação emocional.
- Organização de rotina e cuidado com o sono.
- Estratégias de enfrentamento e prevenção de recaídas
A psicoterapia caminha ao lado do tratamento psiquiátrico, e mantenho comunicação com o médico que acompanha o paciente sempre que isso ajuda o caso.
Por que a terapia comum costuma não dar conta
As diretrizes internacionais não recomendam simplesmente “psicoterapia”, e sim uma intervenção estruturada para o transtorno bipolar: psicoeducação, monitoramento de humor, reconhecimento de sinais precoces e plano para evitar recaídas. Na prática, sono e rotina viram assunto de sessão, e a medicação entra na conversa — não para eu prescrever, mas porque parar o remédio ao se sentir bem é uma das cenas mais comuns.

Três coisas que costumam travar o primeiro contato
“Não tenho diagnóstico fechado.”
Não precisa ter. Muita gente chega em investigação.
“Já fiz terapia e não adiantou.”
É comum e, as vezes, a terapia não foi estruturada para o transtorno bipolar.
“Não sei se online funciona para mim.”
As sessões são semanais, por vídeo. Em caso de risco imediato, o caminho é procurar atendimento presencial de urgência ou ligar 188.
Dúvidas frequentes
Preciso ter diagnóstico para começar a terapia?
Não. Muitas pessoas chegam ainda investigando o que sentem. O diagnóstico é responsabilidade do médico psiquiatra, e a psicoterapia ajuda a organizar essa investigação e a lidar com o que já está acontecendo.
A psicoterapia substitui o psiquiatra ou a medicação?
Não. O tratamento do transtorno bipolar combina acompanhamento médico e psicoterapia, cada um com seu papel. Meu trabalho complementa o do psiquiatra e não interfere na prescrição.
Moro fora do Brasil. Como funciona?
As sessões acontecem por videochamada, em português, em horário combinado de acordo com o seu fuso. Os detalhes de pagamento são acertados no primeiro contato.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende do seu momento e dos seus objetivos. As sessões costumam ser semanais no início, e a frequência é avaliada ao longo do processo.
Como faço para começar?
Basta entrar em contato pelo WhatsApp. Conversamos sobre o que você está buscando e verificamos a disponibilidade de horário.
Vamos conversar?
Se você quer começar a terapia ou só entender como funciona, me chame no WhatsApp. Na conversa eu te explico o formato das sessões, a frequência, os valores e verifico a disponibilidade de horário. Sem compromisso de fechar nada ali. Quem responde sou eu.

